uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
Na opinião de Luka, "o Bem Viver é uma sociedade igualitária entre todos, com um outro desenvolvimento econômico, outra forma de se lidar com a terra e com o território. É uma sociedade que não tem classe".
Nesta entrevista, Ara Mirim explica como a luta indígena agrupa todos os povos, principalmente a população periférica.
Centenas de mulheres percorreram as principais ruas do centro da cidade; o evento celebrou o Dia da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha e também o Dia Nacional de Tereza de Benguela.
Shows, podcasts, livros, encontros, exposições, documentários, diálogos e movimentos que começam no som e se expandem, formando um corpo político e cultural.
Com a prática do benzer, essas figuras carregam saberes que atravessam gerações