Campanha #eumulherdaperiferia
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Do singular para o plural, foi assim que nasceu o Nós, mulheres da periferia, quando o cotidiano, dilema, alegria e desafio de cada uma das nove mulheres se mostrou comum, coletivo.

E é a transição do Eu para o Nós que se tornou interessante. Descobrimos que tem mais mulher subindo a rua correndo depois das 22h. Que sua mãe não inventou a ideia de te esperar no ponto de ônibus. Que não somos a única contorcionista do ônibus em horário de pico.

Que tem muito mais mulher poeta do que imaginamos na quebrada. Mulher puxando samba em roda de bamba no bar ao lado. Que falar o real nome do bairro onde moramos não é problema algum. Admiramos as tias sentadas em frente de casa conversando. Falando alto na busca por moradia, saúde, educação.

Vimos que ser mulher, preta e pobre são acúmulos de desafios – cada um com o seu peso. Sentimos o horror de ver um grupo de jovens mulheres sendo sequestradas na Nigéria e espelhamos tal ação para as meninas do nosso país, escravizadas sexualmente tão cedo. Nos alegramos ao ver a mulher que apoia outra na hora de deixar seu cabelo crespo nascer natural.

 

Mulher que faz do seu amor, cuidado e atenção de mãe objeto de trabalho, enquanto seus filhos ficam em casa com a avó, a irmã mais velha, sozinho. E quando tudo isso aflora, não dá mais pra pensar no singular. E o ato de compartilhar fortalece.

 

Confira as demais fotos da campanha no facebook do Nós, mulheres da periferia