Nesta segunda-feira (7) ocorreu o lançamento do livro “Direitos Humanos no Brasil 2020“. Está é a 21ª edição do relatório anual da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.

As análises abordam direitos básicos e o papel e desafios de movimentos sociais na defesa da saúde pública, educação, terra, alimentação. Além disso, são discutidos amplos direitos nos setores econômicos, sociais, culturais e ambientais.

Pandemia e Direitos Humanos

Neste ano, as dificuldades da pandemia são também expostas, sobretudo em relação aos povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais rurais, comunidades nas periferias urbanas, pessoas negras, LGBTI+, mulheres, crianças e idosos, populações encarceradas e imigrantes.

São alvo de denúncia, neste contexto, desigualdades e violações de direitos humanos, com base em 38 artigos que também apresentam propostas de políticas públicas.

Na imagem, indígenas em velório de vítima da Covid-19. A 21ª edição aborda dificuldades na pandemia em relação aos povos indígenas, quilombolas, LGBTs e outras minorias

A 21ª edição aborda dificuldades na pandemia em relação aos povos indígenas, quilombolas, LGBTs e outras minorias

Crédito: Divulgação

Dentre os nomes dos autores que compõem a edição, estão Marcio Pochmann, Jurema Werneck, Eduardo Brasileiro, Célio Turino, Maria Lucia Fattorelli, Ricardo Antunes, Givânia Maria da Silva, Ladislau Dowbor e outros.

Nós, mulheres da periferia contribuímos com o artigo “Como garantir direitos humanos no “Novo Normal” para quem nunca os teve?”, escrito pela nossa co-fundadora Lívia Lima.

O livro “Direitos Humanos no Brasil” é publicado anualmente pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos. Desde 2000, o relatório é realizado em parceria com dezenas de organizações sociais de vários setores e regiões do Brasil.

A 21ª edição já está disponível gratuitamente no site da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.

 

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