uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
Shows, podcasts, livros, encontros, exposições, documentários, diálogos e movimentos que começam no som e se expandem, formando um corpo político e cultural.
Segundo Eva Dengler, superintendente de Programas da Childhood Brasil, a velocidade e o anonimato propiciados pelo ambiente digital alavancam a disseminação desse tipo de conteúdo
Mulheres que entrelaçam criação artística e vivências, transformando cuidado, ancestralidade e resistência em obras que carregam histórias, afetos e lutas coletivas