Nós, mulheres da periferia

Educação e coronavírus: o impacto na vida de mães, professoras e criançasEducação e coronavírus: o impacto na vida de mães, professoras e crianças

Educação e pandemia

Desde o ano passado, o Nós, mulheres da periferia tem se debruçado na cobertura sobre educação na pandemia da Covid-19 e o impacto da crise de saúde e econômica no dia a dia de mães, professoras e crianças.

O impasse entre abertura e fechamento das escolas, os desafios das aprendizagem remota e a saúde mental da rede envolvida foram alguns dos temas tratados.

Em 2020, uma pesquisa do Data Favela em parceria entre o Instituto de Pesquisa Locomotiva e a Central Única das Favelas (Cufa), mostrou que mais da metade (55%) dos estudantes de favelas do Brasil estão sem estudar durante a pandemia; parte (34%) não consegue participar por falta de acesso à internet, e outra parcela (21%) não está recebendo as atividades da escola ou faculdade na qual está matriculada. O levantamento ouviu 3.585 alunos, universitários e pais de estudantes de comunidades de todo o país, entre 9 e 10 de setembro do ano passado.

Alguns estados brasileiros retornaram às aulas presenciais e outros parcialmente. A plataforma “Educação e Coronavírus” organiza informações de âmbito nacional e estadual para sistematizar as principais medidas que vêm sendo tomadas na educação durante essa crise. Clique aqui para consultar sua rede.

Vacinação em São Paulo

Os profissionais da educação do estado de São Paulo começaram a receber a vacina contra a Covid-19 no dia 10 de abril. Poderão ser vacinados os profissionais que atuam nas escolas das redes públicas (municipal, estadual e federal) e privada com idade a partir de 47 anos.

O público-alvo representa cerca de 40% de todos os profissionais da Educação Básica em São Paulo. Estão sendo imunizados funcionários que atuam em diversas funções, como secretários, auxiliares de serviços gerais, faxineiras, mediadores, merendeiras, monitores, cuidadores, diretores, vice-diretores, professores de todos os ciclos da educação básica, professores, coordenadores pedagógicos e professores temporários.

Para receber a vacina, os profissionais devem fazer o cadastro na plataforma VacinaJá Educação.

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"É um momento de muita dificuldade para todos nós. Imaginamos os impactos emocionais que isso vai gerar nas crianças. - Juciele Nobre é pedagoga, educadora da infância e gestora da Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) CEU Feitiço da Vila, na zona sul de São Paulo."

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