Por Jéssica Moreira | 08/01/2017

Pensando nas manas que pegam o trem todos os dias e pra gente rir um pouco (já que a vida já é tão difícil), separei aqui cinco dicas de como tenho enfrentado alguns desafios no trem em São Paulo, seja para conseguir sentar, ou ao menos conseguir entrar no vagão. Se você já pegou trem em horário de pico nas estações Luz, Sé ou Barra Funda, sabe bem do que estou falando. Saca só!

1. Para se manter em pé no trem lotado

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Se você é baixinha, como eu, olhe para um lugar fixo, sempre há uns parafusos no alto – que não te levam a nenhum pensamento – que podem ser ótimos pontos de concentração e te manterem em pé, já que é impossível segurar em qualquer barra, meus braços não alcançam.

2. Posição neutra para não cair

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Caso a primeira dica não funcione, fique na posição neutra. A posição neutra consiste em juntar os pés bem firmes no chão, abre uma vez a parte de cima e uma vez a parte de baixo. Flexione os joelhos. Te dará sustentação para qualquer situação. É o famoso ‘balança, mas não cai‘.

3. Conseguir lugar para sentar

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Tá cansada de ir em pé, mesmo pegando o trem na estação final? Pois bem, você está esperando o trem na porta errada. Para conseguir um assento, é importante observar qual tipo de trem foi para o ‘ponto final’, para já se localizar na porta certa quando ele voltar (se você pega a Linha 7-Rubi tá ligada que tem três tipos de trem, o ‘azulzão’, de bancos compridos, o pequeno de ferro, e o vermelho com ar condicionado congelador).


4. Em busca da porta perfeita

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Ainda não deu certo pegar um lugarzinho? Então, deixa eu explicar um negócio: o vagão possui quatro portas, as duas do meio são as mais estratégicas. Veja por quê: ao pegar uma porta da lateral, as pessoas logo vão para à direita e os bancos se esgotam. Se você pega em uma das portas centrais, você até pode perder um banco, mas ainda dá tempo de correr pra pegar outros.


5. A direção certa

Quase todas as pessoas olham para frente ou para a direita para sentar. Ao entrar no trenzão, mire os bancos em suas costas e, claro, à esquerda, porque olhar à esquerda nunca é demais.

Eu sou Jéssica Moreira, moradora de Perus, direto da Linha 7-Rubi, expresso Luz-Jundiaí!

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